It´s that time again…

30 05 2009

…when I feel like posting.

To postando bem pouco ultimamente, e parte disso tem a ver com o Du ter sugado minha vida. Era tanto tempo disperdiçado com ele que eu larguei quase tudo muitas das minhas coisas de lado pra estar com ele. E no fim, quando eu achei que ele me amava, e depois dele terme dito que queria morar comigo o mais rápido possível, tudo que eu ouvi dele foi: “Você é  amor da minha vida, mas eu tenho que me afastar de você.” Quando insisti por expliações melhores, ganhei um: “eu preciso me afastar de você, por que eu te amo muito e isso tá me fazendo sofrer muito, só tenho medo que alguma coisa aconteça com a sua saúde”. Ele achou o que? Que eu ia tentar me matar por causa dele? Acho mesmo que depois que tirei o Du da minha vida, tudo que estava parado andou, só posso chegar a conclusão que apesar de gososto e divertido, ele me atrapalhava, não me deixava crescer, e me mantinha com ele n buraco em que vivia.

In other news…
Quase me assustei quando Lyon me chamou no MSN. Sim, Lyon, que apesar d tudo, foi honesto comigo: não me procurou mais, mas nunca mentiu pra mim. Ele queria pedir desculpas, pois achava que tinha sido cafajeste. Achava que eu merecia ter sido tratada com mais cuidado,  mais educação.

Agora: me explica o que passa pela cabeça de um cara pra dizer uma daquelas do Du… Eu acho que ele arrumou outra, e pronto. Não teve coragem de dizer e inventou essa de amor da minha vida.

No trabalho tudo vai bem. O Du me cobrava de vez em qando sobre o tempo que estava demorando pra eu me mudar pra Floripa, e eu dizia que dinheiro não cresce em árvores, que eu não queria ir e ficar dependendo dele. Foi só me separar que lotou de cliente e dinheiro tem quase sobrado, comprei um laptop novo, eums coisnhasque eu sempre quis. Eu poderia ter me mudado já, enfim as coisas mudam.

Inaugurei um novo blog também, onde pretendo organizar minhas idéias profissionais. Uma tentativa de tirar proveito da internet pra expandir minha rede pofissioinal. Parcerias. Eu preciso de parcerias.

E tudo segue como se nada tivesse acontecido, e ainda tenho fé que antes dos 90 eu caso.





Porque NERD só namora NERD. Ou não namora…?

20 07 2007

<Lyon> O que achou dos testes até agora?
<Ellie> Estão indo bem, não? Quero dizer… Até aconteceram bugs, mas até onde sei, eles foram solucionados, certo?
<Lyon> Mais ou Menos… o Alpha prosseguiu bem, os testes de querrying foram impecáveis, os de sincronia também… mas no beta, tivemos uns problemas de interface, acho…
<Ellie> Interface? mas isso é fácil… basta prolongar um pouco e fazer alguns ajustes…
<Lyon> A Integração também podia ser melhor…
<Ellie< Talvez, mas houveram contra-tempos, não?

<Gabis> O.o Vocês quase não se vêem e tão falando de trabalho?!?

*Casal se olha… Olha pro Gabis…*

<Ellie> Gabis… Péssima hora pra isso…
<Lyon> Será que não se  pode nem discutir a relação em paz?!?

*Gabis sai de fininho*

<Lyon> Você falava dos contra-tempos… Aquela queda de servidor…
<Ellie> Foi uma pane geral no hardware… Eu bem que tentei avisar, sabia?
<Lyon> Você sabe como me encontrar, estive online o tempo todo…
<Ellie> A pane me impediu de ficar online, achei que você ficaria procupado, ou pelo menos imaginaria que poderia ter acontecido algum problema…

*** período de silencio pesado, quase sufocante ***

<Lyon> Então…
<Ellie> Então…

*** um pouco mais de silêncio … aqui eu já imaginava o que viria pela frente ***

<Lyon> Sabe, estive pensando muito durante essa pane… Cheguei à conclusão de que meu software nunca realmente precisou dessa versão multiuser…
<Ellie> Então, desculpe por ter insistido, desculpe por tudo…
<Lyon> Não peça desculpas… Afinal, Eu também quis tentar levar o projeto adiante… e foi maravilhoso, uma experiência e tanto…
<Ellie> Por favor, pare. Não diga que foi bom. Me deixa sozinha.

———- corte aqui 8<————

Tá, não entendeu nada ?

Basicamente, tomei um pé na bunda. Lyon decidiu e me comunicou que ele prefere continuar sendo um cara solteiro e solitário. Mesmo que ele tenha gostado de ter uma namorada. Eu acho que  ele pensa assim por enquanto… É fácil ser um solteiro que mora com os pais, afinal não é tão solitário assim, e tem gente se preocupando e tomando conta de você, e esperando em casa todas as noites quando volta do trabalho. Só que os pais dele não vão durar pra sempre… Considerando que ele é o mais novo de 5 irmãos, que já são todos casados, a maioria com filhos, e que ele tem 28 anos, “pra sempre” pra ele é bem curtinho. Mas não é problema meu. Não é mais.

Tive que ouvir aquela coisa doída… “Foi maravilhoso, mesmo, adoro você, adorei ter te conhecido, mas não quero mais…” Fico pensando nisso e não entendo… Qual a dificuldade de continuar algo que é bom? Tive que chorar até dormir, pensando em como estava sendo bom, em quantas vezes ouvi ele dizer que não queria que o dia acabasse enquanto estávamos juntos, lembando do jeito que ele me abraçava e beijava… e no quanto o fim abrubto desse jeito não faz o menor sentido.





Incógnito Erotismo – Segundo Encontro

14 07 2007

Foi um tanto rápido, mas deu certo. Planejamos. Escolhemos lugares, datas, tudo. Fomos ao cinema. Piratas do Caribe III. Avisei-o de que cinema pra mim é pra ver o filme. Estava mais quente. Eu vestia uma calça jeans branca e uma balinesa rosa-shock, dessas de amarrar na frente, ficando os ombros de fora, com mangas compridas e bem folgadas. Ele sentou-se meio de lado, recostei-me nele, que passou os braços ao redor do meu corpo. Gosto muito disso nele: a necessidade dele de dar carinho é tão infinitamente grande quanto a minha necessidade de ganhar carinho (e isso nunca tinha me acontecido antes). Segurei uma de suas mãos nas minhas. Eu me sentia bem, como há muito tempo não me sentia… Estava tão feliz quanto eu estava nos breves meses em que estive grávida. Sentia de novo a sensação de estar completa. Ele falava comigo de vez em quando… falava? Não… Ele sussurrava pra mim, e a voz dele me acalma…

Eu tentava entender o que se passava no filme, sem ter assistido Piratas do Caribe II. Me esforçava. Durante o filme todo ele me acariciava incansavelmente, sempre tocando carinhosamente minha pele nua: minhas mão, meus braços, meus ombros… Eu ficava toda arrepiada, suspirava. Inevitavelmente, imagens deliciosas dançavam pela minha mente, junto com o filme. Eu só conseguia desejar que o filme fosse longo, para que isso não acabasse…

Quando as letrinhas começaram a subir, virei para poder olhar para ele. Eu geralmente prefiro esperar, às vezes tem bonus material depois das letrinhas, e fica mais calmo sair depois da “gentalha”. Perguntei se ele queria sair, ou se preferia esperar, ele parecia meio entorpecido… Esperamos…

Tudo aconteceu muito rápido: não me lembro bem de detalhes…

Eu estava muito calma, como geralmente eu fico quando conversamos. Ele agora acariciava lentamente meu rosto. Eu ainda segurava fortemente sua outra mão, e a cada arrepio eu suspirava e apertava a mão de Lyon um pouquinho mais. Notei que a mão dele ficou fria, e suava. Um nervosismo inexplicável se apoderou de mim e eu soube. A qualquer momento, agora.

Eu tremia da cabeça aos pés quando senti os lábios dele nos meus. Timidamente a princípio, envolvente e quente. Foi um beijo mágico, delicioso, longo e demorado. Eu não queria que acabasse, nossas línguas se enroscando juntas… Ele se enroscava e brincava com meu piercing que ele tanto odiou a primeira vista… Eu apertava e apertava a mão dele e tremia toda e ele me arrastava mais pra perto dele agarrado à minha nuca, o ponto fraco que ele já descobrira… minha calcinha inundando e ele não tinha a menor piedade, continuava com o beijo que me provocava. Eu sugava e lambia a boca dele e a língua dele, estava tonta, muito tonta de desejo… as pernas muito bambas… achei que ia desmaiar… Onde já se viu? Eu? desmaiar apenas com um beiijinho? Nem meu primeiro beijo foi assim… mas assim foi o primeiro beijo com o Lyon.

Ele estava indiscutivelmente calmo e assim permaneceu during the entire performance. Ainda ficamos com os rostos colados um bom tempo, extasiados, eu ofegante, com a vista turva, tremendo ainda… Ele acariciava de novo meu rosto e eu me lembro de ter um ouvido ele dizer baixinho: “você ficou toda nervosa… até tremia… eu não sei como consigo deixar você assim tão nervosa…”.

Se não estivesse escuro ele teria visto meu rosto bem vermelho… Acho que eu estou irremedialvelmente apaixonada…